Garota Problema


NYC sucks!
11 de dezembro de 2010, 10:00
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No começo desse ano eu conheci o Rafael. E foi legal conversar com ele madrugada a dentro, mesmo depois dele me contar que estava de partida pra New York. Daí você pensa “wow, NYC!”, mas eu me senti abandonada, por alguém que eu nunca tinha visto na vida. A partir daquele momento eu comecei a acompanhar todo o esforço dele e a trajetória da viagem.
Eu passava metade dos meus dias apreensiva e a outra metade sorrindo, especialmente por ter encontrado alguém tão bom, tão maravilhoso, tão cheio de virtudes.

Daí chegou o dia 17 de junho. Rafael embarcou. Eu já tinha chorado tudo o que tinha pra chorar e na hora da despedida mesmo, não havia mais lágrimas que expressassem a minha dor. Não havia feição, não havia nada. Eu era a personificação da dor. Tenho certeza.

Em setembro, eu fui até lá para visitá-lo. E conheci NYC, claro. Eu tentei fazer as pazes com ela. Saí de lá apaixonada. Realmente a cidade é assim: apaixonante. Você está lá, seus olhos brilham e tudo é lindo, tudo é mágico. É uma sensação muito boa, principalmente porque eu estava com o amor da minha vida.

Mas o tempo foi passando. Eu continuei contando meus dias para o reencontro. 80 dias. 30 dias. 15 dias. 10 dias. 5 dias. Amanhã. Hoje.

Hoje eu embarco novamente para a cidade que tem todas as qualidades do universo, mas é uma cidade malvada. Ela tirou meu namorado de mim. Ela me provocou, me fez chorar, me fez sentir pequena, abandonada…

Eu tenho uma relação de amor e ódio com New York. Não é culpa minha, é culpa dela. Eu só estava aqui. Meu namorado apareceu, com uma bomba nas mãos, mas eu agarrei a bomba com ele. Só que hoje essa bomba finalmente vai explodir e eu vou rir da cara dessa cidade idiota, porque eu venci!

Chupa essa NYC! Eu até posso passar 20 e poucos dias curtindo você, mas meu namorado volta comigo. Pra sempre!

E sabe, NYC? Eu nem tinha ambição de ir visitar você até conhecer ele. E ele poderia ter ido pro Japão, Itália, Grécia ou Canadá. Eu iria atrás dele, onde quer que ele estivesse. Então, chupa mais uma vez! It´s not about the city, it´s about HIM!

Amor, tô chegando. Te encontro em algumas horas no JFK.



1h.
23 de novembro de 2010, 17:11
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Por que é tão difícil conseguir paz quando você mais precisa dela?  Por que é tão difícil conter as lágrimas quando você precisa ser forte? Onde se segurar quando as coisas parecem ir de mal a pior e você se sente mais perdido do que nunca.

Quando todas as músicas fazem sentido e você se pergunta por que está ali. Respirar, inspirar, expirar. Pirar. Segurar a respiração, fechar os olhos, sonhar. Contar os dias, as noites, as horas.

Fugir.

Assumir riscos, agarrar oportunidades. Ouvir, falar. Se imaginar longe de tudo e de todos. Em um campo verde, com uma brisa gostosa. Cabelos ao vento. Um céu de diamantes.

Sentir saudades, ansiedade, angústia e dor. Muita dor. Viver. Estar com a garganta fechada, como se uma pedra estivesse lá, te impedindo de falar.

Amar…



TCC – ajuda eu!
30 de outubro de 2010, 14:12
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Galera, seguinte: graças a Deus eu estou terminando a faculdade e como todo fim de curso tem esse brindezinho chamado TCC, que inclui uma “pequena” pesquisa de mercado, onde eu vou conhecer melhor vocês, meu target aka público alvo.

Então, por favor, respondam a essa pesquisa. 10 minutinhos do seu tempo e mais nada, é tudo o que eu peço. E obrigada :)

Clique aqui para responder o questionário.



O poder da maquiagem

Já entrei em algumas discussões com homens a respeito da maquiagem e a grande maioria deles diz que preferem mulheres de cara limpa, sem nada. Eu continuo achando isso bobagem. E mais bobagem ainda depois que eu li essa matéria.

Na realidade, eu tenho quase certeza, absoluta, de que os homens não curtem maquiagem carregada, principalmente no dia a dia. Aquele olhão preto nem sempre é sexy pra eles, mas na balada, com mil luzes piscante, pode dar um charme. Imagina se nós, mulheres, resolvessemos sair por aí, pra todo e qualquer lugar, do jeitinho que a gente acorda. Só limpamos o rosto e pronto, estamos livres para caminhar por aí. Na boa, homens? Vocês não merecem ver isso. Olheiras, cara de cansada, imperfeições… Não só os homens, mas ninguém mesmo merece ver certas coisas.

o corretivo que não sai de dentro da bolsa.

Sou MUITO a favor da maquiagem, não como máscara, mas como complemento. Do look, da vida… Toda mulher deveria carregar na bolsa a dupla infalível: corretivo e rímel. E o trio se forma com um gloss. O resto pode ser considerado vaidade. Por mais a mulher acorde de bem com a vida, se sentindo a Angelina Jolie de seu universo, um bom rímel, que abre o olhar, e um bom corretivo, que esconde algumas manchinhas não são nada mal.

Por exemplo, no meio do dia, do nada, seu chefe anuncia uma reunião com um cliente. Você está mega acabada, cansada, de ressaca. Corre pro banheiro, joga uma água gelada na cara, passa um corretivo, aplica o rímel et voilá... Você é outra mulher! Veja um exemplo de como uma mulher se transforma depois de usar o corretivo.

sou outra mulher depois do melhor rímel do universo: COLOSSAL, eu te amo!

Nunca subestime o poder dessa dupla. Se for combinada com o gloss, então! O gloss deixa a boca hidratada. Se você quiser substituir por um batom, numa cor rosa ou vermelha, você ainda pode usá-lo como blush! Não é simplesmente demais?

Só uma observaçãozinha pras meninas: não compartilhem seus itens de maquiagem. São coisas de uso pessoal. Lembre-se sempre que você não compartilharia seu papel higiênico ;)



A paixão por sapatos
30 de setembro de 2010, 12:37
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Até um tempo atrás eu realmente não ligava para sapatos. Eles só serviam para proteger meus pés do contato com o chão e mantê-los aquecidos. Minha mãe nunca me deixou ficar andando descalça por aí e eu sempre tive muitos tênis. Eu fui aquela criança que mamãe comprava tênis pro colégio, tênis pra sair, tênis pra ir ao inglês, enfim… tudo bem que eu nunca respeitava essas regras, usava o tênis que eu queria, onde eu queria.

Daí que eu nunca entendi muito bem esse lance todo com sapato que as mulheres têm. Até porque, na maioria das vezes, elas ficam malucas pelos seus stilettos e eu não posso usar salto. É, não posso. Porque como minha mãe sempre me fez andar calçada, meu pé é extremamente fino, então quando eu uso um sapato alto, a sola arde, parece que tem fogo. Enfim, eu tenho um olho de peixe na sola do pé e ele machuca DEMAIS. E outra: meu pé é feio. Mas isso fica pra um outro dia.

Então, um belo dia, no auge dos meus 18 anos eu passei em frente a uma Arezzo e vi uma sapatilha linda, por R$ 99,00. Pensei que por ser da Arezzo, ela provavelmente não machucaria meus pés e eu estava disposta a correr o risco. Comprei a sapatilha e usei, usei, usei, uso ainda. Pronto, foi o início de algo novo na minha vida. Todos os meus looks deixaram de ser casuais e passaram a ficar mais arrumadinhos e femininos. E depois eu comprei mais uma, nude, com textura metalassê. Na época tem existia o conceito de nude ainda, aconteceu uma temporada depois. Mas aquela sapatilha areia foi usada, usada, usada, tanto que a sola está FURADA!

E agora vieram os oxfords, as flat boots, e as sapatilhas continuam firme e fortes. Gente, tudo sapato lindo e sem salto! Perfeição na minha vida. Fui ao shopping com mamãe no fim de semana e comprei nada mais, nada menos do que 3 pares de sapatos. Lindos, maravilhosos e relativamente baratos. Relativamente porque a bota saiu por 50,00 mangos e o oxford quase 200,00. Hehehehe. E tudo bem, o terceiro sapato é um All Star, lindo! De tachinhas!

Só queria mesmo expressar meu sentimento de felicidade e dizer que agora eu entendo todas essas meninas que ficam malucas quando olham um sapato bonito. Não que eu não curta scarpin e Louboutins, mas agora eu tenho o meu momento, totalmente flat!



Receita caseira
18 de setembro de 2010, 14:55
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Caramba, meu úlimo post é de março, né? Tá mais do que comprovado que se tem uma coisa que eu não posso ser nessa vida é blogueira! Eu trabalho com isso, atualizo blogs de empresas, mas se for pra blogar pra mim, eu tô ferrada.

Aconteceu tanta coisa. Meu namoro continua firme e forte (Ursão, te amo!), mas ele foi embora, trabalhar em NYC. Daí que rola muita saudade, e pá pum. Mil conversas. Nesse meio tempo eu tirei passaporte, visto e ele me presenteou com uma viagem no feriado de 7 de setembro. Eu fui pra lá visitar ele, matar as saudades e comer comida americana. Uma das coisas que eu mais queria experimentar era o famoso mac and cheese. Isso é muito bom! Não tem absolutamente nada demais, é só macarrão com queijo. Mas não adianta fazer em casa primeiro, você tem que provar o original, feito lá, servido numa barquinha e acompanhado de uma porção de french fries com ketchup Heinz.

Daí hoje, eu continuo morrendo de saudade. Então passei no supermercado e comprei alguns ingredientes pra TENTAR reproduzir em casa e fazer pro Rafael quando ele voltar. Sim, eu vou passar a receita, mas é tudo de olhômetro. A quantidade que eu fiz dá pra duas pessoas tranquilo, a menos que sejam duas esfomeadas. Eu comi um prato e repeti mais um tantinho. Sobrou pro jantar :9

Mac and cheese caseiro:

Massa: o ideal seria comprar macarrão tipo corneto mini, que parece um arco. Esse macarrão é bem típico americano, mas não é difícil encontrar por aqui.

Queijo: eu comprei cheddar da Polenghi, tipo requeijão. Ele tem o gosto bem forte e é mais barato do que comprar um pedaço de queijo e mais prático pra derreter. Usei um pouco de mussarela ralada, creme de leite e leite.

Usei margarina também.

Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe o macarrão e reserve. Aqueci uma colher de sobremesa de margarina. Logo em seguida, eu coloquei quase todo o potinho de cheddar na panela, sobrou tipo 2 colheres de sopa no copinho. Deixei o cheddar derreter um pouco e fui colocando creme de leite. Mexi. Ele ficou cremoso, parecia mais um creme pra comer com nachos ou bolachinhas do que um molho de queijo pra cobrir o macarrão.

Daí eu coloquei um pouco de leite. Fui colocando aos pouquinhos. Ele ficou com uma aparência mais líquida. Então coloquei um pouco da mussarela ralada e mexi mais. Liguei o forno e deixei ele esquentando.

Coloquei o macarrão num refratário, joguei um pouco de pimenta do reino e depois coloquei o queijo. Misturei tudo e coloquei alguns tomatinhos cereja em cima do macarrão. Levei pro forno pré-aquecido e deixei lá por uns 15 minutos.

Quando eu tirei do forno, tava assim:

Tava simplesmente MA-RA-VI-LHO-SO! O tomate cereja é coisa minha mesmo, mas o mac and cheese ficou muuuuuuito parecido com o(s) que eu comi lá! Posso até dizer que ficou igual. Na realidade, numa próxima vez eu vou deixar dorar um pouco mais. Eu estava com muita fome e bem curiosa pra conferir o resultado. Eu recomendo tentar em casa!

Desculpa ser tudo sem medida, mas tudo o que eu faço é na base do olhômetro mesmo!

XOXO



diálogos imaginários #4

-EU TE AMO, ursão!

-Sério?

-Aham!

Não foi imaginário, aconteceu mesmo. Eu amo ele. E ele me ama. Hoje isso me basta!