Garota Problema


Sem vergonha
9 de maio de 2012, 23:46
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Vira e mexe aqui em casa a gente descobre uma série, lê sobre, vê comerciais e amigos falando dela e a gente tem vontade de assistir. Foi assim com Weeds, Game of Thrones e agora Shameless.

Eu e o Rafael já tínhamos visto vários cartazes espalhados por Nova Iorque em dezembro. Até que no último feriado ele resolveu baixar e eu não tava fazendo nada mesmo, vi com ele. E olha, não me arrependi. A série é ótima. Uma família MEGA desajustada, que conta com vários filhos, de várias personalidades e um chefe de família bêbado. Tudo isso, numa época em que a economia dos Estados Unidos não está lá essas coisas, ainda mais pra famílias de classe média. A série se passa em Chicago e é um remake da premiada série britânica de nome homônimo. Não vou revelar mais, tem que assistir!

Mas atenção: apesar de ser uma série com tema familiar, ela não é recomendada para assistir em família. Vou dizer que Shameless é praticamente o Game of Thrones atual, no quesito peitinhos e sexo. Todo episódio tem algo mencionando explicitamente. Fora o uso de drogas e bebida abundante.

No resto, você vai encontrar William H. Macy no papel de papai Frank. A fofa da Emmy Rossum interpretando a filha mais velha e o fofinho do namorado dela, que você vai pensar “já vi esse garoto antes”. Aham, viu mesmo, no filme Guerra dos Mundo, no papel daquele garoto chato filho do Tom Cruise.

Parece que essas séries com 12 episódios estão ficando cada vez mais populares. Deve ser bom para os artistas, né? Que gravam em um curto período de tempo, estão sempre na mídia e ainda têm tempo para participar de outros projetos. Nesse mesmo modelo de série com poucos episódios (que faz a gente sofrer de carência pelo resto do ano) está Homeland, com Claire Danes. Apesar de ter visto apenas os primeiros episódios, eu também recomendo.

Shameless faz fazer você agradecer pela família que tem, acredite! E a música de abertura é super gostosa. saca só:


 



Eu comi bacon e sobrevivi

Ontem fui comemorar mais um aniversário de namoro com o meu digníssimo no nosso restaurante mexicano favorito aqui em São Paulo, o Si Señor. Aproveitamos que tínhamos uns vales, chamados de “El Doble”, que você ganha quando vai jantar por lá às quartas, quintas e domingos e paga apenas 10% do valor daquele prato. E compensa muito, viu? A comida é maravilhosa, o ambiente também é muito gostoso, com aquela luz baixinha, rock no rádio, com som bem alto, perfeito pra passar a noite toda falando no ouvido.

De entrada pedimos as famosas potato skins, que são batatas em forma de canoa, com a casca, cobertas com cheddar e bacon. BACON. Sempre pedimos sem bacon como um bom casal vegetariano. Até que o garçom nos veio com uma piada: “senhor, o bacon é vegetariano”. Duas coisas que não cabem na mesma frase: BACON e VEGETARIANO. Como assim, né Brasil? O garçom nos disse que era uma carne de soja com sabor de bacon, mas que o negócio era de fato vegetariano. O garçom viu o medo estampado em nossa face, eu até brinquei que não podia comer carne de porco porque era judia *BRINKS*. Uma coisa que nos levou a pedir com um pouco menos de medo foi o fato de que a nossa primeira vez juntos no tal restaurante foi num almoço rodízio, onde as tais batatas eram servidas e o garçom disse a mesma coisa, porém em outra unidade. O Rafael comeu, eu não. Não me lembro direito o que ele disse na época sobre, mas acho que ele deixou de lado e não comeu porque acreditou ter sido zoado pelo garçom.

Pedimos o bacon a parte. O prato chegou. Ele comeu, eu comi. E gente, aquilo não é bacon. É tudo, menos bacon. Eu acredito ser carne de soja granulada com corante e aroma de bacon. O treco não tem nem textura, não tem nem gordura. E eu acredito que seja verdade que aquilo não é bacon, pois existe um SAL DE BACON, que eu nunca experimentei, mas sempre tive a curiosidade.

Só sei que nos deliciamos com aquilo e foi ótimo comer “bacon” depois de tanto tempo. Para os vegetarianos que deixaram de comer carne, mas sentem falta de vez em quando o tal sal de bacon pode ser uma alternativa muito bacana, né? E nesse caso, fazer uma visitinha ao Si Señor também.

Outra coisa que me leva a acreditar que aquilo não era bacon: eu não cheguei nem perto de passar mal. E olha que já aconteceu, infelizmente, de comer carne sem querer e passar muito mal. Com o bacon eu não faço ideia do que poderia ter acontecido, mas não ia ser nada agradável mesmo, especialmente por ser uma carne muito forte e meu corpo não está mais acostumado.

Eu aprovo o bacon da potato skins do Si Señor e quem me conhece sabe que eu sou incrivelmente chata pra esses assuntos alimentares.  Vai na fé e seja feliz com o bacon vegetariano.



Quem é Adele?
10 de junho de 2011, 17:05
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Esses dias eu vi um video do MTV Movie Awards e enquanto a pessoa estava indo receber o prêmio, tinha uma música de fundo que eu curti e queria ouvir. No dia seguinte, em um blog que eu assino o feed, tava lá embedado o clipe da Adele, pela enésima vez, no enésimo blog. Decidi ouvir pra entender o frisson entorno na garota. DAÍ EU ACHEI A MÚSICA QUE EU QUERIA OUVIR! Rolling in the Deep é o nome da música que já me fez sorrir, chorar, pensar, dançar e querer cantar a plenos pulmões.

Na mesma hora eu fui baixar o CD. Adele é linda. A tristeza dela é linda. Se eu estivesse na fossa com certeza iria chorar horrores ao som do álbum 21, o segundo de sua carreira.

Não sou boa em falar de música e mais informações sobre a vida artística da cantora você encontra no Move That Jukebox mais próximo. Vim aqui falar sobre o que eu sinto quando ouço o CD da moça.

Melancolia, vontade de morrer e outros sentimentos típicos do fim de uma paixão. Eu entendo Adele. Atualmente me encontro num relacionamento que vai muito bem, obrigada. Mas eu já passei por muita coisa nesses 22 anos de vida. Posso falar que sofro desde os 13 anos, quando comecei a gostar de um menino do colégio que não me dava a mínima. Acho que foi a primeira vez que eu chorei por um cara.

Eu já tive tanta frustração nessa vida que já fui de Carrie Bradshaw a Serena Van der Woodseen, a gossip girl que se apaixona por qualquer coisa que se movimente e tenha algo balançando entre as pernas.

Mas isso é passado, tá lá bem longe. Mas as lições ficaram e quando eu escuto Adele eu entendo o sentimento dela. Uma vez uma cantora disse numa entrevista que precisa estar apaixonada para compor, mas isso não significava que ela estava de fato apaixonada por alguém. Deu pra entender? Pois bem, eu entendi. E é bem isso que a Adele me transmite. Eu não fico pensando em alguém, até porque, como eu disse, tenho um relacionamento que me completa e me traz muita felicidade, mas o sentimento que eu tenho ouvindo as músicas é como uma profunda depressão, um vazio… Tanto que lágrimas até já rolaram e, acredito eu, vão continuar rolando. É como se eu estivesse vendo um filme onde me emociono e me identifico com a protagonista que sofre, mas a protagonista sou eu, só que ela não tem nada a ver comigo hoje. Difícil explicar. Mas a melhor parte é saber que esse sentimento não existe dentro de mim de verdade. É realmente como assistir um filme, quando ele acaba, o choro vai embora e o sentimento ruim também e daí eu penso: “ufa, tá tudo bem!”

Me apaixonei pela voz doce de Adele, pelo seu jeito e também pela sua aparência. Adele é linda em tudo o que faz e pude conhecer até agora. Recomendo!



1h.
23 de novembro de 2010, 17:11
Filed under: aleatório

Por que é tão difícil conseguir paz quando você mais precisa dela?  Por que é tão difícil conter as lágrimas quando você precisa ser forte? Onde se segurar quando as coisas parecem ir de mal a pior e você se sente mais perdido do que nunca.

Quando todas as músicas fazem sentido e você se pergunta por que está ali. Respirar, inspirar, expirar. Pirar. Segurar a respiração, fechar os olhos, sonhar. Contar os dias, as noites, as horas.

Fugir.

Assumir riscos, agarrar oportunidades. Ouvir, falar. Se imaginar longe de tudo e de todos. Em um campo verde, com uma brisa gostosa. Cabelos ao vento. Um céu de diamantes.

Sentir saudades, ansiedade, angústia e dor. Muita dor. Viver. Estar com a garganta fechada, como se uma pedra estivesse lá, te impedindo de falar.

Amar…



O poder da maquiagem

Já entrei em algumas discussões com homens a respeito da maquiagem e a grande maioria deles diz que preferem mulheres de cara limpa, sem nada. Eu continuo achando isso bobagem. E mais bobagem ainda depois que eu li essa matéria.

Na realidade, eu tenho quase certeza, absoluta, de que os homens não curtem maquiagem carregada, principalmente no dia a dia. Aquele olhão preto nem sempre é sexy pra eles, mas na balada, com mil luzes piscante, pode dar um charme. Imagina se nós, mulheres, resolvessemos sair por aí, pra todo e qualquer lugar, do jeitinho que a gente acorda. Só limpamos o rosto e pronto, estamos livres para caminhar por aí. Na boa, homens? Vocês não merecem ver isso. Olheiras, cara de cansada, imperfeições… Não só os homens, mas ninguém mesmo merece ver certas coisas.

o corretivo que não sai de dentro da bolsa.

Sou MUITO a favor da maquiagem, não como máscara, mas como complemento. Do look, da vida… Toda mulher deveria carregar na bolsa a dupla infalível: corretivo e rímel. E o trio se forma com um gloss. O resto pode ser considerado vaidade. Por mais a mulher acorde de bem com a vida, se sentindo a Angelina Jolie de seu universo, um bom rímel, que abre o olhar, e um bom corretivo, que esconde algumas manchinhas não são nada mal.

Por exemplo, no meio do dia, do nada, seu chefe anuncia uma reunião com um cliente. Você está mega acabada, cansada, de ressaca. Corre pro banheiro, joga uma água gelada na cara, passa um corretivo, aplica o rímel et voilá... Você é outra mulher! Veja um exemplo de como uma mulher se transforma depois de usar o corretivo.

sou outra mulher depois do melhor rímel do universo: COLOSSAL, eu te amo!

Nunca subestime o poder dessa dupla. Se for combinada com o gloss, então! O gloss deixa a boca hidratada. Se você quiser substituir por um batom, numa cor rosa ou vermelha, você ainda pode usá-lo como blush! Não é simplesmente demais?

Só uma observaçãozinha pras meninas: não compartilhem seus itens de maquiagem. São coisas de uso pessoal. Lembre-se sempre que você não compartilharia seu papel higiênico ;)



Receita caseira
18 de setembro de 2010, 14:55
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Caramba, meu úlimo post é de março, né? Tá mais do que comprovado que se tem uma coisa que eu não posso ser nessa vida é blogueira! Eu trabalho com isso, atualizo blogs de empresas, mas se for pra blogar pra mim, eu tô ferrada.

Aconteceu tanta coisa. Meu namoro continua firme e forte (Ursão, te amo!), mas ele foi embora, trabalhar em NYC. Daí que rola muita saudade, e pá pum. Mil conversas. Nesse meio tempo eu tirei passaporte, visto e ele me presenteou com uma viagem no feriado de 7 de setembro. Eu fui pra lá visitar ele, matar as saudades e comer comida americana. Uma das coisas que eu mais queria experimentar era o famoso mac and cheese. Isso é muito bom! Não tem absolutamente nada demais, é só macarrão com queijo. Mas não adianta fazer em casa primeiro, você tem que provar o original, feito lá, servido numa barquinha e acompanhado de uma porção de french fries com ketchup Heinz.

Daí hoje, eu continuo morrendo de saudade. Então passei no supermercado e comprei alguns ingredientes pra TENTAR reproduzir em casa e fazer pro Rafael quando ele voltar. Sim, eu vou passar a receita, mas é tudo de olhômetro. A quantidade que eu fiz dá pra duas pessoas tranquilo, a menos que sejam duas esfomeadas. Eu comi um prato e repeti mais um tantinho. Sobrou pro jantar :9

Mac and cheese caseiro:

Massa: o ideal seria comprar macarrão tipo corneto mini, que parece um arco. Esse macarrão é bem típico americano, mas não é difícil encontrar por aqui.

Queijo: eu comprei cheddar da Polenghi, tipo requeijão. Ele tem o gosto bem forte e é mais barato do que comprar um pedaço de queijo e mais prático pra derreter. Usei um pouco de mussarela ralada, creme de leite e leite.

Usei margarina também.

Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe o macarrão e reserve. Aqueci uma colher de sobremesa de margarina. Logo em seguida, eu coloquei quase todo o potinho de cheddar na panela, sobrou tipo 2 colheres de sopa no copinho. Deixei o cheddar derreter um pouco e fui colocando creme de leite. Mexi. Ele ficou cremoso, parecia mais um creme pra comer com nachos ou bolachinhas do que um molho de queijo pra cobrir o macarrão.

Daí eu coloquei um pouco de leite. Fui colocando aos pouquinhos. Ele ficou com uma aparência mais líquida. Então coloquei um pouco da mussarela ralada e mexi mais. Liguei o forno e deixei ele esquentando.

Coloquei o macarrão num refratário, joguei um pouco de pimenta do reino e depois coloquei o queijo. Misturei tudo e coloquei alguns tomatinhos cereja em cima do macarrão. Levei pro forno pré-aquecido e deixei lá por uns 15 minutos.

Quando eu tirei do forno, tava assim:

Tava simplesmente MA-RA-VI-LHO-SO! O tomate cereja é coisa minha mesmo, mas o mac and cheese ficou muuuuuuito parecido com o(s) que eu comi lá! Posso até dizer que ficou igual. Na realidade, numa próxima vez eu vou deixar dorar um pouco mais. Eu estava com muita fome e bem curiosa pra conferir o resultado. Eu recomendo tentar em casa!

Desculpa ser tudo sem medida, mas tudo o que eu faço é na base do olhômetro mesmo!

XOXO



diálogos imaginários #4

-EU TE AMO, ursão!

-Sério?

-Aham!

Não foi imaginário, aconteceu mesmo. Eu amo ele. E ele me ama. Hoje isso me basta!