Garota Problema


Isso se chama vida
1 de outubro de 2012, 13:30
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Sabe quando tá tudo ruim e parece não existir mais fundo do poço do que aquela situação que você está? Daí você vai dormir chorando, pensando onde foi que errou, tem uma insônia porque parece que os problemas são casos sem solução?

Daí passa um dia ou dois e você recebe um email, SMS, telefone, telegrama, WHATEVER, que muda a sua vida, sua situação e fica tudo bem novamente. Isso se chama vida.

Viver nunca foi fácil, como diriam os Ecos Falsos. Tem gente que sobrevive e isso não deve ser muito legal. Legal mesmo é mostrar pro outro como você está feliz, com as roupas da moda, ouvindo a banda do momento e indo na balada mais descolada.

Mas às vezes tudo o que você quer é ficar em casa, de pijama, assistindo Friends e comendo uma deliciosa comfort food. Então fica!

Olha só, ninguém paga suas contas (e se alguém paga, daí ela até tem o direito de reclamar sobre a sua vida) então vai viver. Faça o que te deixa feliz. Descubra o que te faz bem. Se alguém fala que você é uma pessoa chata porque não gosta de ir pra balada, manda essa pessoa catar coquinho na praia e seja feliz na sexta à noite vendo seu filme predileto em casa, comendo pipoca e tomando vinho.

Amigos, a vida não é bolinho. Não é fácil, nem pudim. Não tenta ser quem as pessoas querem que você seja, só pra estar por dentro. Se você curte o sneaker, usa o sapato que muitos consideram feio, se você curte saia mullet, seja feliz usando essa peça que eu pessoalmente acho uma catástrofe fashion. Mas e daí? Quem curte isso é você!

Seja feliz para você e você será feliz eternamente. Seja feliz pros outros e você nunca alcançará a plenitude.

E não leve nada tão a sério: desde a vida até esse texto.



Candy color e neon?
31 de maio de 2012, 14:28
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Que eu adoro moda todos meus amigos sabem! Passei um tempo trabalhando para uma loja virtual de roupas e simplesmente amava escrever sobre isso todos os dias. Sou daquelas que não pode sair do shopping sem uma sacolinha que já entra em depressão (e mais ainda quando PRECISA sair do shopping sem nada).

Em tempos de recessão pessoal, onde eu tenho reciclado minhas roupas e tentado comprar menos (juro que tô tentando), tenho resgatado algumas peças do meu armário antiguinho (não é vintage, tá?), que fica na casa dos meus pais. Tô fazendo um rodízio: se tem alguma peça que eu quero usar e está lá, eu levo outra que tenho usado menos. Assim tô economizando espaço e quando for pra lá não fico sem nenhuma roupa pra vestir (além do que levo na mala).

Minha última troca foi um moletom candy color. Um verde azuladinho, cor de doce, velhinho… E tava pensando se ficaria legal usar com um sapato neon. Não, eu não tenho sapato neon, mas acho lindo o sapato da Werelse for Mango e fiquei pensando nessa mistura. Aí hoje a Betty me aparece exatamente assim: de candy color e neon:

Betty sendo Betty = linda

Meu moletom velhinho é exatamente dessa cor ♥

E o sapatinho da Werelse?

Então agora eu tô QUERENDO um sapato neon :~

Obrigada, Betty, por me mostrar que é possível e fica LINDO.



Sem vergonha
9 de maio de 2012, 23:46
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Vira e mexe aqui em casa a gente descobre uma série, lê sobre, vê comerciais e amigos falando dela e a gente tem vontade de assistir. Foi assim com Weeds, Game of Thrones e agora Shameless.

Eu e o Rafael já tínhamos visto vários cartazes espalhados por Nova Iorque em dezembro. Até que no último feriado ele resolveu baixar e eu não tava fazendo nada mesmo, vi com ele. E olha, não me arrependi. A série é ótima. Uma família MEGA desajustada, que conta com vários filhos, de várias personalidades e um chefe de família bêbado. Tudo isso, numa época em que a economia dos Estados Unidos não está lá essas coisas, ainda mais pra famílias de classe média. A série se passa em Chicago e é um remake da premiada série britânica de nome homônimo. Não vou revelar mais, tem que assistir!

Mas atenção: apesar de ser uma série com tema familiar, ela não é recomendada para assistir em família. Vou dizer que Shameless é praticamente o Game of Thrones atual, no quesito peitinhos e sexo. Todo episódio tem algo mencionando explicitamente. Fora o uso de drogas e bebida abundante.

No resto, você vai encontrar William H. Macy no papel de papai Frank. A fofa da Emmy Rossum interpretando a filha mais velha e o fofinho do namorado dela, que você vai pensar “já vi esse garoto antes”. Aham, viu mesmo, no filme Guerra dos Mundo, no papel daquele garoto chato filho do Tom Cruise.

Parece que essas séries com 12 episódios estão ficando cada vez mais populares. Deve ser bom para os artistas, né? Que gravam em um curto período de tempo, estão sempre na mídia e ainda têm tempo para participar de outros projetos. Nesse mesmo modelo de série com poucos episódios (que faz a gente sofrer de carência pelo resto do ano) está Homeland, com Claire Danes. Apesar de ter visto apenas os primeiros episódios, eu também recomendo.

Shameless faz fazer você agradecer pela família que tem, acredite! E a música de abertura é super gostosa. saca só:


 



Eu comi bacon e sobrevivi

Ontem fui comemorar mais um aniversário de namoro com o meu digníssimo no nosso restaurante mexicano favorito aqui em São Paulo, o Si Señor. Aproveitamos que tínhamos uns vales, chamados de “El Doble”, que você ganha quando vai jantar por lá às quartas, quintas e domingos e paga apenas 10% do valor daquele prato. E compensa muito, viu? A comida é maravilhosa, o ambiente também é muito gostoso, com aquela luz baixinha, rock no rádio, com som bem alto, perfeito pra passar a noite toda falando no ouvido.

De entrada pedimos as famosas potato skins, que são batatas em forma de canoa, com a casca, cobertas com cheddar e bacon. BACON. Sempre pedimos sem bacon como um bom casal vegetariano. Até que o garçom nos veio com uma piada: “senhor, o bacon é vegetariano”. Duas coisas que não cabem na mesma frase: BACON e VEGETARIANO. Como assim, né Brasil? O garçom nos disse que era uma carne de soja com sabor de bacon, mas que o negócio era de fato vegetariano. O garçom viu o medo estampado em nossa face, eu até brinquei que não podia comer carne de porco porque era judia *BRINKS*. Uma coisa que nos levou a pedir com um pouco menos de medo foi o fato de que a nossa primeira vez juntos no tal restaurante foi num almoço rodízio, onde as tais batatas eram servidas e o garçom disse a mesma coisa, porém em outra unidade. O Rafael comeu, eu não. Não me lembro direito o que ele disse na época sobre, mas acho que ele deixou de lado e não comeu porque acreditou ter sido zoado pelo garçom.

Pedimos o bacon a parte. O prato chegou. Ele comeu, eu comi. E gente, aquilo não é bacon. É tudo, menos bacon. Eu acredito ser carne de soja granulada com corante e aroma de bacon. O treco não tem nem textura, não tem nem gordura. E eu acredito que seja verdade que aquilo não é bacon, pois existe um SAL DE BACON, que eu nunca experimentei, mas sempre tive a curiosidade.

Só sei que nos deliciamos com aquilo e foi ótimo comer “bacon” depois de tanto tempo. Para os vegetarianos que deixaram de comer carne, mas sentem falta de vez em quando o tal sal de bacon pode ser uma alternativa muito bacana, né? E nesse caso, fazer uma visitinha ao Si Señor também.

Outra coisa que me leva a acreditar que aquilo não era bacon: eu não cheguei nem perto de passar mal. E olha que já aconteceu, infelizmente, de comer carne sem querer e passar muito mal. Com o bacon eu não faço ideia do que poderia ter acontecido, mas não ia ser nada agradável mesmo, especialmente por ser uma carne muito forte e meu corpo não está mais acostumado.

Eu aprovo o bacon da potato skins do Si Señor e quem me conhece sabe que eu sou incrivelmente chata pra esses assuntos alimentares.  Vai na fé e seja feliz com o bacon vegetariano.



Quem é Adele?
10 de junho de 2011, 17:05
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Esses dias eu vi um video do MTV Movie Awards e enquanto a pessoa estava indo receber o prêmio, tinha uma música de fundo que eu curti e queria ouvir. No dia seguinte, em um blog que eu assino o feed, tava lá embedado o clipe da Adele, pela enésima vez, no enésimo blog. Decidi ouvir pra entender o frisson entorno na garota. DAÍ EU ACHEI A MÚSICA QUE EU QUERIA OUVIR! Rolling in the Deep é o nome da música que já me fez sorrir, chorar, pensar, dançar e querer cantar a plenos pulmões.

Na mesma hora eu fui baixar o CD. Adele é linda. A tristeza dela é linda. Se eu estivesse na fossa com certeza iria chorar horrores ao som do álbum 21, o segundo de sua carreira.

Não sou boa em falar de música e mais informações sobre a vida artística da cantora você encontra no Move That Jukebox mais próximo. Vim aqui falar sobre o que eu sinto quando ouço o CD da moça.

Melancolia, vontade de morrer e outros sentimentos típicos do fim de uma paixão. Eu entendo Adele. Atualmente me encontro num relacionamento que vai muito bem, obrigada. Mas eu já passei por muita coisa nesses 22 anos de vida. Posso falar que sofro desde os 13 anos, quando comecei a gostar de um menino do colégio que não me dava a mínima. Acho que foi a primeira vez que eu chorei por um cara.

Eu já tive tanta frustração nessa vida que já fui de Carrie Bradshaw a Serena Van der Woodseen, a gossip girl que se apaixona por qualquer coisa que se movimente e tenha algo balançando entre as pernas.

Mas isso é passado, tá lá bem longe. Mas as lições ficaram e quando eu escuto Adele eu entendo o sentimento dela. Uma vez uma cantora disse numa entrevista que precisa estar apaixonada para compor, mas isso não significava que ela estava de fato apaixonada por alguém. Deu pra entender? Pois bem, eu entendi. E é bem isso que a Adele me transmite. Eu não fico pensando em alguém, até porque, como eu disse, tenho um relacionamento que me completa e me traz muita felicidade, mas o sentimento que eu tenho ouvindo as músicas é como uma profunda depressão, um vazio… Tanto que lágrimas até já rolaram e, acredito eu, vão continuar rolando. É como se eu estivesse vendo um filme onde me emociono e me identifico com a protagonista que sofre, mas a protagonista sou eu, só que ela não tem nada a ver comigo hoje. Difícil explicar. Mas a melhor parte é saber que esse sentimento não existe dentro de mim de verdade. É realmente como assistir um filme, quando ele acaba, o choro vai embora e o sentimento ruim também e daí eu penso: “ufa, tá tudo bem!”

Me apaixonei pela voz doce de Adele, pelo seu jeito e também pela sua aparência. Adele é linda em tudo o que faz e pude conhecer até agora. Recomendo!



Protegido: Promoção Banca de Camisetas
19 de maio de 2011, 13:03
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Exercício matinal

Ultimamente eu tenho acordado mais cedo só pra poder me arrumar melhor. Tem gente (MUITA gente) que acha isso uma futilidade sem tamanho, principalmente porque eu poderia dormir um pouquinho mais, colocar qualquer roupa e sair de casa. Bem, eu já fiz isso e durante muito tempo. A conclusão que eu cheguei foi que o meu dia fica muito melhor quando eu me sinto bem comigo mesma, principalmente quando vou ao banheiro, me vejo no espelho e me acho bonita. Mesmo estando acima do peso, mesmo estando com o cabelo desbotado e a raiz crescendo, mesmo estando na TPM, mesmo qualquer coisa, eu saio de lá e volto pra minha mesa me sentindo infinitamente melhor e mais poderosa.

Não ligo para quem acha isso uma futilidade. Não ligo de gastar minha maquiagem para vir trabalhar. A sensação de chegar em casa, depois de um dia exaustivo, mas ter ouvido vários elogios é maravilhosa. Adoro quando minhas amigas comentam sobre meu sapato, minha blusa, maquiagem, bolsa, acessórios, esmalte. Adoro falar sobre isso, dar dicas, inventar. Adoro também acordar, abrir meu armário, sentar na cama e montar um visual. Adoro ver minha pasta de inspirações no iPod pela manhã.

Às vezes eu quero me vestir como uma bailarina moderna, outro dia eu sou uma grunge suja e no dia seguinte eu me inspiro na linda e clássica Coco Chanel. É uma delícia se permitir ser quem você quiser, quando quiser e de acordo com o seu humor e vontade. Brincar com as minhas roupas e acessórios é um exercício que eu tenho procurado fazer todos os dias.

Claro que tem dias que eu acordo me sentindo horrível, (mais) gorda, uma monstra. E se o dia está num clima ameno, eu já fico feliz o suficiente só por poder usar minha comfort clothe. Isso é um termo que eu inventei para aquela combinação de roupa que cai como uma luva pra você, principalmente nos dias em que você acorda sem vontade de viver. A minha é legging e uma camisa masculina xadrez, roubada do meu pai. Pronto! É como se eu ficasse mais leve na hora, pois me sinto bem comigo mesma, me acho bonita e minha confiança é recuperada na hora. Ultimamente também ando pegando as camisas do namorado. Como não gosto de calor, ainda não descobri uma comfort clothe para os dias mais quentes, mas eu ainda chego lá.

Eu acho que esse negócio de começar a me arrumar antes de sair de casa foi culpa de uma amiga (te dedico, Vanessa!) que me disse que não saia de casa sem maquiagem e que se não desse pra se arrumar antes de sair, se arrumava no ônibus/metrô ou até na mesa do trabalho. Bem, eu sempre andei com uma nécessaire dentro da bolsa, caso surgisse alguma coisa pra fazer de última hora, e agora ela está sendo usada mais do que nunca. Porque claro, tem dias que eu aperto o botão de soneca e quero só mais 10 minutinhos na cama.

 




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